quarta-feira, 5 de novembro de 2025

"Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no soprar dos ventos, nas tempestades de verão e nos chuviscos suaves da primavera. Eu sou a pressa inquieta dos ruídos da cidade e o silêncio das madrugadas. Não chore à beira do meu túmulo, eu não estou lá. Estou no brilho das estrelas perfurando a noite e no cantar alegre dos pássaros. Não, não chorem tristes à beira do meu túmulo, eu não estou lá, eu não morri. Eu sou a vida incessante e livre, que corre nas águas do rio." Mary Elizabeth Frye

Nenhum comentário:

Postar um comentário